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Setor dos têxteis e vestuário na Zona Euro deverá registar quebra de faturação de -19% em 2020

Lisboa, 9 de setembro – O volume de negócios da indústria têxtil e de vestuário na Zona Euro deverá registar uma quebra de -19% em 2020. Em consequência disso, cerca de 158 mil postos de trabalho e 13 mil empresas poderão desaparecer até ao final de 2021, estima a Euler Hermes, acionista da COSEC – Companhia de Seguro de Créditos. 

De acordo com o estudo “Bruised but not beaten, Europe’s textile industry is a perfect candidate for a greener and digital recovery”, recentemente publicado, está em causa 8% do total do emprego criado por este setor e 6% das suas empresas, num contexto em que o PIB das economias da Zona Euro vai registar uma quebra de -9%. O facto de a indústria têxtil e de vestuário ter o dobro da prevalência de Pequenas e Médias Empresas (PME) em relação à média verificada na indústria fabril torna este setor mais vulnerável a contextos de crise.

Portugal, com queda de -19%, representa cerca de 7% do volume de negócios da indústria europeia

Tal como outros países europeus, Portugal assistiu a uma perturbação substancial nas atividades de retalho e de fabrico, na sequência do surto de Covid-19. A líder mundial em seguro de créditos estima que Portugal registou uma quebra de -19% no volume de negócios entre janeiro e maio de 2020 em comparação com o período homólogo do ano passado. As perspetivas para 2020 continuam sombrias devido ao baixo interesse dos consumidores, mas prevê-se que o crescimento volte a recuperar a partir de 2021.

Os economistas da Euler Hermes indicam que Portugal é um país secundário mas significativo na indústria têxtil, representando cerca de 7% do volume de negócios da indústria europeia. Cerca de 16 mil empresas operam neste setor no país, o que corresponde a um total de 180 mil postos de trabalho. O volume de negócios da indústria vinha registando um crescimento saudável nos últimos anos, crescendo cerca de 10% entre 2010 e 2019. As exportações têxteis representaram 12% do total das exportações portuguesas no ano passado.

Saiba mais no comunicado »

Setor dos têxteis e vestuário na Zona Euro deverá registar quebra de faturação de -19% em 2020

Lisboa, 9 de setembro – O volume de negócios da indústria têxtil e de vestuário na Zona Euro deverá registar uma quebra de -19% em 2020. Em consequência disso, cerca de 158 mil postos de trabalho e 13 mil empresas poderão desaparecer até ao final de 2021, estima a Euler Hermes, acionista da COSEC – Companhia de Seguro de Créditos. 

De acordo com o estudo “Bruised but not beaten, Europe’s textile industry is a perfect candidate for a greener and digital recovery”, recentemente publicado, está em causa 8% do total do emprego criado por este setor e 6% das suas empresas, num contexto em que o PIB das economias da Zona Euro vai registar uma quebra de -9%. O facto de a indústria têxtil e de vestuário ter o dobro da prevalência de Pequenas e Médias Empresas (PME) em relação à média verificada na indústria fabril torna este setor mais vulnerável a contextos de crise.

Portugal, com queda de -19%, representa cerca de 7% do volume de negócios da indústria europeia

Tal como outros países europeus, Portugal assistiu a uma perturbação substancial nas atividades de retalho e de fabrico, na sequência do surto de Covid-19. A líder mundial em seguro de créditos estima que Portugal registou uma quebra de -19% no volume de negócios entre janeiro e maio de 2020 em comparação com o período homólogo do ano passado. As perspetivas para 2020 continuam sombrias devido ao baixo interesse dos consumidores, mas prevê-se que o crescimento volte a recuperar a partir de 2021.

Os economistas da Euler Hermes indicam que Portugal é um país secundário mas significativo na indústria têxtil, representando cerca de 7% do volume de negócios da indústria europeia. Cerca de 16 mil empresas operam neste setor no país, o que corresponde a um total de 180 mil postos de trabalho. O volume de negócios da indústria vinha registando um crescimento saudável nos últimos anos, crescendo cerca de 10% entre 2010 e 2019. As exportações têxteis representaram 12% do total das exportações portuguesas no ano passado.

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